Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007
Taça da Liga: apuramento depressivo
Terça-feira, 30 de Outubro de 2007
Oliveira e Costa elogia FC Porto...
O “Trio de Ataque” é um programa da RTPN, onde representantes do Sporting, do Benfica e do FC Porto falam sobre futebol, com a moderação do excelente jornalista Carlos Daniel. Nesse programa, que se realiza nos estúdios da RTP em Vila Nova de Gaia, a defesa dos pontos de vista do Sporting está a cargo do técnico de sondagens Rui Oliveira e Costa. Pelo FC Porto alinha o empresário Rui Moreira e, pelo Benfica, o cineasta António-Pedro Vasconcelos. No programa desta terça-feira vi Rui Moreira muito incomodado com uma pergunta de um telespectador, por sinal editor do blog O Inferno da Luz, que lhe perguntou o que pensava de um alegado branqueamento da comunicação social face a erros dos árbitros em benefício do FC Porto, lembrando-lhe, por exemplo, o primeiro golo de Lizandro Lopes ao Leixões, marcado com a ajuda da mão, sem que rádios, jornais ou televisões ousassem contestar a legalidade do lance. Outra coisa que eu vi foi Rui Oliveira e Costa calado sobre esta matéria para, logo a seguir, garantir a pés juntos que o FC Porto é líder destacado da I Liga porque joga muito melhor que os outros e não porque tenha recolhido qualquer benefício das arbitragens. Só mesmo um Oliveira e Costa travestido de independente para tirar estas conclusões. Para isso, seria melhor ter continuado lá o Sérgio Godinho, que, pelo menos, cantava muito melhor.As declarações de Miguel Veloso
“Claro que consideraria a hipótese de me mudar para o Manchester United. Trata-se de uma grande equipa e é o sonho de qualquer futebolista jogar em grandes clubes." Estas declarações, que pertencem ao futebolista do Sporting Miguel Veloso, foram reproduzidas hoje no "Correio da Manhã" e na restante imprensa. Confesso que, como sportinguista, fiquei chocado. O que as declarações de Miguel Veloso significam, mais palavra menos palavra, é que o Sporting é um bom clube para ser usado como trampolim e deitar fora quando melhor interessar e que o Manchester United é que é um grande clube. Continuo em estado de choque. Sobretudo quando Miguel Veloso representa um clube que é adversário directo do Manchester United na Liga dos Campeões. Continuo em estado de choque. Se Miguel Veloso jogar amanhã em Fátima é porque ninguém do Sporting percebeu o que ele disse. Por muito menos, Stojkovic foi afastado da equipa antes de um importante compromisso europeu...Sejamos claros: é totalmente legítimo e natural que Miguel Veloso tenha como ambição jogar no Manchester United ou em qualquer clube do mundo. Mas já não é legítimo que, com uma temporada ainda a começar, o jogador use o tempo em que é pago pelo Sporting para falar dos clubes onde gostaria de jogar. Tanto mais que, como já disse o presidente Filipe Soares Franco, “é impossível” que o jogador saia em Janeiro.
Miguel Veloso é do Sporting e é pago para defender os interesses do Sporting, mesmo quando dá entrevistas. É esta falta de respeito pelo clube que paga o seu ordenado que abre caminho ao regabofe que tem sido a multiplicação de notícias dando conta de jogadores leoninos alegadamente cobiçados pelos chamados “colossos” internacionais. E nenhum responsável do Sporting parece preocupado com situações deste género.
A importância de Anderson Polga
Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007
Alvalade e os "abutres"...
Os jogadores do Sporting continuam a ser o alvo preferido dos traficantes de pseudonotícias destinadas a desestabilizar a equipa de futebol, a animar o mercado e a fomentar os negócios. É por isso que diversos atletas leoninos são dados como possíveis reforços de clubes estrangeiros, mesmo com o mercado encerrado.Se o senhor Gilmar Veloz não desmentir esta pseudonotícia do "DN" sobre o assédio a Liedson (o que deveria ser uma imposição da SAD do Sporting, dado estarmos a falar do jogador mais bem pago do clube), então ficaremos todos esclarecidos. O que é lamentável é que o Sporting seja um clube tão permeável ao apetite dos “abutres"... Que normalmente circulam impunes nos altos corredores de Alvalade…
RECORTES LEONINOS Rogério Alves
CRÍTICAS LEGÍTIMASRogério Alves, presidente da Assembleia Geral do Sporting na "Coluna do Senador", espaço de opinião que assina em "A Bola”, 26-10-2007
Sábado, 27 de Outubro de 2007
A crise do Sporting
NACIONAL-SPORTING, 0-0 (I Liga Portuguesa, 8ª jornada) - Não é fácil de entender. Ou o treinador Paulo Bento estuda mal os adversários e precisa de muito tempo para ler o jogo e tomar decisões ou os jogadores do Sporting estão a fazer-lhe a cama. A verdade é que não é aceitável que uma equipa de futebol profissional, que compete ao mais alto nível na Europa, insista várias vezes no mesmo erro: entrar em campo não para jogar futebol e procurar ganhar, mas apenas para ver como é que as modas vão parar, reagindo tarde e a desoras. Foi assim também com o Nacional da Madeira, equipa que trabalhou para vencer, enquanto o Sporting, triste, lento e permeável, esteve mais de uma hora a ver jogar. Literalmente.Só nos últimos dez ou quinze minutos é que ficámos a saber que havia Pereirinha para jogar na ala direita; que havia Miguel Veloso para jogar no meio-campo e não no centro da defesa como até então; e que havia gente com pé quente no remate de longe, como Abel, Ronny, João Moutinho e Yannick Djaló (um dos melhores da equipa leonina).
O grande problema é que o plantel do Sporting está transformado numa manta demasiado curta. Uma manta que fica ainda mais curta quando o treinador não confia no plantel que diz ter escolhido. Com a lesão de Anderson Polga, o Sporting ficou privado daquele que é talvez o seu jogador mais importante. É o que percebemos agora. Sem Polga, a defesa do Sporting perde eficácia, segurança e tranquilidade. Para colmatar a ausência do defesa-central brasileiro, Paulo Bento não fez o que seria normal, ou seja, não escolheu entre as duas opções para o eixo da defesa: os “reforços” Gladstone e Paulo Renato. Bento preferiu desestabilizar também o meio-campo e fez recuar Miguel Veloso para defesa-central, ele que desde o ano passado tem sido o pêndulo do meio-campo leonino com larga influência na equipa. Ora, com a defesa e o meio-campo a sofrerem duas baixas tão importantes (tendo em conta que Miguel Veloso a central jamais faz esquecer Anderson Polga, pelo que o Sporting, com o “internacional” português, não ganha um bom central e perde um bom médio), é natural que o resto da equipa também não funcione.
Agora, a propósito da manta cada vez mais curta, pergunta-se: o que estão a fazer no plantel os defesas-centrais Gladstone e Paulo Renato? Se não servem nesta fase difícil, quando é que serão utilizados? Se não são utilizados, por que é que não são dispensados desde já? Será que Paulo Bento não vê que, com a lesão de Anderson Polga poderia ter ganho um novo valor para o eixo da defesa caso fosse corajoso e tivesse lançado Paulo Renato? Ou os atletas estão no plantel só para fazer número?
Em conclusão, e no que à I Liga diz respeito, em apenas um mês, o Sporting perdeu seis pontos (empates com Setúbal, Benfica e Nacional), atrasando-se perigosamente na luta pelo título nacional. Os mais optimistas dirão que, no ano passado, o Sporting entrou no Estádio do Dragão, em Março, com nove pontos de atraso e ainda lutou pelo título até aos últimos minutos da prova. É verdade. Só que nessa altura entrou no Dragão com nove pontos de atraso e saiu de lá com uma equipa e apenas seis pontos de atraso. E mais: Paulo Bento não tinha os problemas que hoje tem para resolver na plantel, entre jogadores lesionados e outros sem fé nenhuma naquilo que valem. O futebol do Sporting está em crise. É tempo de os responsáveis falarem...
RECORTES LEONINOS Formação
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RECORTES LEONINOS Sporting
DISCUTIR O SPORTINGQuinta-feira, 25 de Outubro de 2007
A vida difícil de Gladstone
A imprensa, tanto no Brasil como em Portugal, já fala no regresso do defesa-central Gladstone ao Cruzeiro. O site de informação desportiva LANCENET revela que o defesa-central brasileiro está insatisfeito no Sporting por só ter alinhado uma vez ou duas vezes como titular. Por isso, a sua permanência em Lisboa é considerada difícil. "O compromisso do jogador vai ser encerrado no meio do ano que vem e os direitos económicos estão fixados em 3,2 milhões de euros", adianta o LANCENET, lembrando o facto de, no jogo da Liga dos Campeões, entre o Roma e o Sporting, o técnico Paulo Bento, que não pôde contar com Anderson Polga, ter improvisado Miguel Veloso, meio-campista, na defesa, mesmo tendo Gladstone à disposição. Uma decisão que no Brasil é vista como um sinal de falta de confiança no defesa-central emprestado pelo Cruzeiro. A ser assim, talvez seja melhor resolver o problema de Gladstone já em Janeiro. E arranjar um substituto à altura das necessidades do Sporting. Não há nada pior do que um jogador contrariado ou marcado pelo estigma da inutilidade.O QUE ESCREVEU O "LEÃO DA ESTRELA" A PROPÓSITO DE GLADSTONE:
O SPORTING E A FORMAÇÃOPor vezes, a aposta da SAD do futebol do Sporting nos jogadores da sua formação para a equipa principal parece mais uma consequência das circunstâncias do que a tradução prática de uma política. Esta conclusão surge a propósito da contratação, por empréstimo, do jovem brasileiro Gladstone (ex-Cruzeiro). Estamos a falar de um jogador com 22 anos, que chegou a ser emprestado à Juventus sem nunca ter jogado pelo emblema de Turim e que foi chamado à selecção principal do Brasil, para um jogo particular com a Suíça, sem que tenha sido utilizado. E, no Brasil, conforme podem confirmar no blog Páginas Heróicas Digitais, da autoria do sociólogo e escritor Jorge Santana, adepto do Cruzeiro, Gladstone divide opiniões, com os adeptos do clube brasileiro a focarem a falta de experiência e as más prestações nos últimos tempos. Ou seja, Gladstone estará para o Cruzeiro como Custódio e Carlos Martins, já dispensados, estiveram para o Sporting...
Ora, possuindo o Sporting, na equipa de juniores, um defesa-central chamado Daniel Carriço, que é internacional português, não se entende como é que o Sporting vai ao mercado brasileiro buscar um atleta que, do lado de lá, dizem que precisa de experiência. Mas há outros exemplos, justamente da temporada 2006-2007, que confirmam uma ideia que parece estranha, sobretudo num clube que tem sido um bom exemplo mundial ao nível da formação: parece que o facto de os jovens formados no Sporting se afirmarem na equipa principal se deve mais às circunstâncias e à qualidade própria dos jogadores do que a qualquer estratégia definida em favor dos atletas formados em Alcochete.Dois exemplos: Miguel Veloso, que foi a revelação do último campeonato, não foi uma aposta do treinador do Sporting. Paulo Bento sempre disse que via Miguel Veloso como defesa-central, acabando por colocá-lo no meio-campo porque num determinado jogo internacional, o primeiro da Liga dos Campeões contra o Inter de Milão (vitória leonina por 1-0), não havia mais ninguém para o seu lugar, pois estavam todos lesionados: Custódio, Farnerud e Carlos Paredes. Sobrava Miguel Veloso, e o rapaz lá foi lançado às feras. Como se trata de um futebolista de qualidade, passou no teste de fogo. Ainda assim, Paulo Bento só o colocaria na equipa principal durante a segunda volta, afastando Custódio. É curioso lembrar que o meio-campo e o ataque do jogo da vitória do Sporting sobre os italianos, em 12 de Setembro de 2006, foram formados pelos mesmos jogadores que terminaram a temporada em grande: João Moutinho, Miguel Veloso, Nani, Romagnoli, Yannick e Liedson. Na altura, é bom lembrar, era uma equipa de recurso!O caso de Yannick acaba por ser mais ou menos igual. Acabou por ser o seu bom jogo com o Benfica, na pré-temporada, em que marcou dois golos e se entendeu muito bem com Liedson, que fez dele uma opção válida para Paulo Bento. Porque, até então, Yannick era mais um rapaz, acabado de chegar do Casa Pia, a quem tinham dado "autorização" para fazer a pré-temporada no plantel principal do Sporting.Pode não ser intenção dos responsáveis do Sporting, mas a ideia que ressalta para o exterior destes dois casos é que o valor dos atletas acabou por ser mais forte para a sua fixação na equipa principal, indo os responsáveis técnicos a reboque da situação. E tem sido esta aparente falta de coragem para apostar claramente nos jovens, sem que eles tenham prestado provas cabais por circunstâncias mais ou menos imprevistas, que não tem permitido ao Sporting aproveitar para a equipa principal alguns valores da sua formação. E tem originado contratações de valor muito duvidoso. Basta recordar os casos de Paulo Futre, Luís Boa-Morte (que saiu dos juniores directamente para Inglaterra) ou Semedo (actualmente na primeira liga italiana) – e de muitos outros que não chegam a afirmar-se e acabam por ser dispensados.Em relação à próxima temporada está a acontecer a mesma excessiva prudência em relação aos jovens que saem da Academia. Porque todas as notícias que vão surgindo na imprensa sobre os ex-juniores que poderão integrar o plantel principal do Sporting 2007-2008 vão no sentido de que os atletas em causa terão "uma oportunidade de participar nos trabalhos da pré-temporada". Ou seja, parece que vão ser sujeitos a mais um exame. Ora, os jornais não podem ser responsabilizados por esse "discurso", porque os jornalistas escrevem mediante as informações a que têm acesso.Na última segunda-feira, por exemplo, a “A Bola” anunciava que o médio Adrien Silva tinha sido informado no dia anterior que “integrará pré-época com plantel principal”, juntando-se a Yannick Pupo e Paulo Renato. “É uma recompensa para mim”, dizia Adrien Silva, com uma humildade que só o valoriza. No entanto, integrar a pré-época “com plantel principal” é ligeiramente diferente de integrar o plantel principal na próxima época…LEÃO DA ESTRELA, 13-06-2007
RECORTES LEONINOS Guarda-redes
"O Sporting não conseguiu colmatar a saída de Ricardo? É essa a sensação que se colhe. O atraso na viagem de Stojkovic talvez tenha sido o "álibi" para lhe tirar a titularidade que, na verdade e até agora, ainda não justificou. Olha-se para as alternativas e o que se vê? Tiago, com muito "banco", e Rui Patrício, com muito potencial. É só escolher. Uma coisa é certa: por mais competente que seja, ninguém conseguirá ocupar o espaço de Vítor Damas. Ele será sempre o número 1."HÁ UM ANO NO "LEÃO DA ESTRELA"...
O FILÃO DA FORMAÇÃOO Sporting não é o clube português com mais títulos conquistados, mas regista o "título", talvez inédito, de ver jogadores que passaram pelos escalões de formação de Alvalade nas 16 equipas da I Liga Portuguesa 2006-2007. Para além dos nove jogadores que este ano integram o plantel principal leonino, são 21 os jogadores que passaram por Alvalade nos escalões de formação e que estão distribuídos por todos os adversários do Sporting da I Liga. Também no escalão secundário são muitos os atletas formados em Alvalade. Até nos plantéis dos rivais FC Porto e Benfica há antigos leõezinhos: Simão e Nuno Assis (Benfica) e Quaresma (FC Porto). No escalão secundário, o Sporting também deixa a sua marca, com jogadores espalhados por diversos clubes, como por exemplo Edgar Marcelino e Nuno Santos (Guimarães), André Marques, Saleiro e Celestino (Olivais e Moscavide), ou Zezinando e David Caiado (Estoril). Além daqueles que integram o plantel leonino, eis os 21 jogadores e respectivos clubes da I Liga que passaram pelo filão da formação do Sporting: Quaresma (FC Porto); Nuno Assis e Simão (Benfica); Patacas (Nacional); Hélder Rosário e Fernando Dinis (Boavista) Alemão e Alhandra (Leiria); Varela e Lourenço (Setúbal); José Fonte e Paulo Sérgio (Estrela); Paulo Santos e Carlos Fernandes (Braga); Christopher (Marítimo); Mangualde (P. Ferreira); Valdir (Naval); Nuno Luís (Académica); Vasco Faísca (Belenenses) Vasco Matos (Beira-Mar) e Artur Futre (Aves). Apetece dizer que o Sporting não é um clube, é uma Liga...LEÃO DA ESTRELA, 24-10-2006
IMAGENS COM HISTÓRIA Manuel Fernandes
Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007
A guerra judicial com Yordanov
Terça-feira, 23 de Outubro de 2007
Ir a Roma e perder outra vez

Se compararmos os resultados do Sporting nos primeiros 19 jogos particulares e oficiais da temporada 2006-2007 com os resultados obtidos nos primeiros 19 jogos desta temporada, verificamos que a equipa de Paulo Bento está a perder mais vezes este ano. Esta curiosidade vale o que vale, mas a verdade é que o Sporting 2006-2007 só perdeu duas vezes ao fim dos primeiros 19 jogos da época, enquanto o Sporting 2007-2008, ao perder em Roma, averbou a sexta derrota da temporada, sendo a quarta em jogos oficiais.Na verdade, esta época, que foi preparada com tempo de sobra para que o clube contratasse “aquisições cirúrgicas” que dessem à equipa a necessária “experiência internacional”, está a revelar um Sporting de qualidade inferior, cujas fragilidades seriam mais fáceis de suportar e, sobretudo, de explicar, se a maioria dos protagonistas fossem os jogadores formados na Academia de Alcochete, como acontecia há um ano.
Obs. – Uma palavra para Romagnoli, Liedson e João Moutinho, três grandes jogadores que não mereciam perder em Roma. Anderson Polga esteve ausente e os colegas da defesa, de forma inexplicável, tremeram como varas verdes.
Voltar às alegrias
Segunda-feira, 22 de Outubro de 2007
O desfile de Miguel Veloso
O castigo de Stojkovic
Sábado, 20 de Outubro de 2007
A derrota de Paulo Bento
A Taça da Liga foi lançada com o objectivo de aumentar a competitividade das equipas portuguesas e dos seus jogadores. Ora, em nome do prestígio da prova e da verdade desportiva no futebol português, seria lógico termos os melhores jogadores de cada equipa em cada eliminatória da Taça da Liga. Mas o que vimos até agora foi o Sporting, o FC Porto e o Benfica a desprezarem os adeptos do futebol e a contribuírem para o insucesso da prova criada por Hermínio Loureiro, apresentando equipas de “reservas”, sob o pretexto de uma coisa chamada “gestão do esforço”. Por falar em adeptos do futebol, é bom lembrar que não estiveram no Restelo mais do seis mil pessoas a assistir ao Sporting-Fátima!...
Com isto, o FC Porto já foi à vida, o Benfica só ainda não foi porque a arbitragem não quis e o Sporting, se quiser passar à fase seguinte, terá que arregaçar as mangas e vencer em Fátima. É por isso que a derrota do Restelo foi uma derrota de Paulo Bento. Porque Paulo Bento é o treinador principal do Sporting. Porque ele tinha dito, na véspera, que os jogadores “têm consciência de que foram preparados para jogar única e exclusivamente contra o Fátima”. O que aconteceu é que Paulo Bento escolheu uma equipa dominada por reservistas contratados por Carlos Freitas que enfrentaram o Fátima em ritmo de treino, o que disse muito da falta de qualidade dos jogadores em causa e tambem da forma pouco exigente como se treina em Portugal. Ora, Paulo Bento já deveria saber que não tem dois bons jogadores para cada lugar, portanto, não pode fazer mudanças tão amplas e radicais na equipa.
Por outro lado, a questão da rotatividade ou da gestão do esforço, que a comunicação social desportiva introduziu nos últimos anos, não é mais do que uma desculpa pelo mau trabalho das equipas portuguesas ao nível físico. Um atleta de alta competição de 20 ou 25 anos tem de estar capacitado para fazer entre 40 a 50 jogos por temporada. Isso implica jogar duas vezes por semana em várias semanas do ano. E a gestão do esforço é um trabalho que os técnicos deveriam fazer ao longo do ano, mediante um acompanhamento de cada atleta. Mas a regra deveria ser uma: apresentar sempre a melhor equipa. Não foi isso que fez Paulo Bento. Ao levar para o banco João Moutinho, Miguel Veloso e Romagnoli é porque estaria à espera de que algo pudesse correr mal. Logo, o “onze” inicial que ele escolheu não era o que mais garantias lhe dava para vencer o jogo.
Sexta-feira, 19 de Outubro de 2007
IMAGENS COM HISTÓRIA Sporting 1984-1985
Uma das melhores equipas do Sporting nos anos oitenta. Depois do excelente Europeu de 1984 da selecção portuguesa, em França, o então presidente do Sporting, João Rocha, perdia Paulo Futre para o FC Porto, mas respondia à altura, contratando os médios portistas António Sousa e Jaime Pacheco, que em Alvalade se juntavam ao trintões Manuel Fernandes, Oliveira e Jordão. No meio-campo revelava-se o jovem Oceano, vindo do Nacional da Madeira. O treinador era o galês John Toshack, então um jovem desconhecido em início de carreira, que deixou muito boa impressão no futebol português. Tinha Pedro Gomes, actual comentador da TSF, como adjunto. Apesar do forte investimento, o Sporting chegava ao final da temporada sem ganhar nada. Era o terceiro ano consecutivo sem qualquer título, depois da “dobradinha” de Malcolm Allison, em 1982, e respectiva Supertaça Cândido Oliveira. João Rocha enfrentava problemas de saúde e deixava o clube. O Sporting entrava em declínio e só seria campeão nacional no ano 2000. Na imagem, em pé, vemos Zezinho, Rui Jordão, Pedro Venâncio, Oceano Cruz, António Oliveira e Vítor Damas. Em baixo: Mário Jorge, António Sousa, Manuel Fernandes, Jaime Pacheco e Carlos Xavier.
Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007
IMAGENS COM HISTÓRIA Sporting 1972-1973
Eis uma equipa do Sporting da época de 1972-1973, ano em que o clube de Alvalade conquistou apenas a Taça de Portugal. De pé, só não reconheço o quarto a contar da esquerda. Alguém sabe?... Os restantes são Bastos, Carlos Pereira (actual adjunto de Paulo Bento e irmão de Aurélio Pereira), Carlos Alhinho, Vítor Damas e José Carlos. Em baixo, Manaca, Chico Faria, Yazalde, Marinho e Nélson. Deste grupo, e que eu saiba, Bastos, Vítor Damas e Yazalde já faleceram. Mas o seu legado permanece. É por influência destes e de outros craques que existe o blog LEÃO DA ESTRELA.
Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007
A "caneta" de Carlos Freitas
“A máquina empresarial do Sporting continua aquém do esperado. E não são apenas as ‘gameboxes’ a mostrá-lo.”
“A verdade é que continua a sentir-se uma certa letargia, quase inexplicável para um clube que vive ‘entalado’ entre a grandeza do Benfica e os títulos ganhos pelo FC Porto.”
“Sem dinheiro para ser o melhor, o Sporting tem de ser mais criativo, mais comunicativo, mais vivo. Enfim, demonstrar a tal diferença de que o próprio clube gosta de fazer alarde. A SAD vai fazendo a sua parte, com uma equipa competitiva. Falta o resto.”
“Purovic forma com Liedson a dupla mais goleadora do Sporting. Jovem, a arriscar a primeira experiência longe do seu País, o montenegrino é uma das mais fortes apostas dos responsáveis leoninos. Não para cobrar já. A um jogador deste estilo é preciso dar tempo.”
“E existe a convicção generalizada de que este foi um ano de boas colheitas. Menos apostas na Academia e mais lá fora. Mas os “leões” entendem que só assim poderão chegar a um equilíbrio saudável. Tanto em termos de contas, como competitivos.”
Nas entrelinhas da prosa de Bernardo Ribeiro está toda a estratégia que tem minado a estabilidade do futebol do Sporting nos últimos anos, transformando o clube numa "clínica de reabilitação", com as célebres compras de jogadores estrangeiros a “falso custo zero”, sem ritmo competitivo e à procura de um relançamento na carreira, gastando dinheiro mal gasto e prejudicando a afirmação e o crescimento dos jovens portugueses da Academia.
Terça-feira, 16 de Outubro de 2007
Em defesa de Yannick Djaló
Depois de dois anos no Casa Pia, onde estava a rodar, Yannick só passou a entrar no leque das opções de Paulo Bento depois de ter marcado dois golos ao Benfica, num jogo da pré-temporada de 2006-2007, no Algarve. Porque o lugar estaria reservado a Deivid, que saiu para a Turquia depois de marcar dois golos na jornada inaugural da Liga. Carlos Bueno não acertava com as balizas e Alecsandro revelava-se intermitente. Foi neste quadro que Yannick se impôs, naturalmente. Pelo meio marcou ao FC Porto e afirmou-se como um jogador talhado para os grandes jogos.
Este ano, e depois da sua participação na selecção nacional de sub-21, Yannick retomou os trabalhos mais tarde, encontrando o seu lugar ocupado por Derlei, surpreendentemente contratado no defeso. Deus escreve direito por linhas tortas e, ao fim de pouco tempo, Yannick voltava a encontrar o seu lugar na equipa principal, desta vez devido a uma lesão grave do avançado brasileiro.
Yannick tem sido assobiado e criticado em Alvalade, o que é lamentável, e já começa a ser notícia como possível reforço de outros clubes, nomeadamente espanhóis. É assim que germinam ambientes insustentáveis para os jogadores. Por isso, o presidente Filipe Soares Franco já deveria ter vindo a público condenar os assobios e colocar um ponto final nas dúvidas que pairam sobre o futuro de Yannick em Alvalade.
TEXTO PUBLICADO PELO "LEÃO DA ESTRELA", EM 16-11-2006:
O CARÁCTER DE YANNICK
Num tempo em que o carácter, a ética, a gratidão e a memória, nomeadamente no futebol, são, cada vez mais, palavras vãs, o gesto de Yannick Djaló, ao ter regressado por um dia à Associação Desportiva da Estação, na Covilhã, uma terra de "leões" em plena Serra da Estrela, merece uma referência.
Foi uma atitude contra a corrente, que não estamos habituados a ver, mas que diz muito das qualidades humanas e da atitude cívica e profissional do jovem avançado do Sporting. Para além de um jogador com largo futuro, Yannick – como ela gosta de ser conhecido, sendo, por isso, esse o nome que aparece na sua camisola – demonstra ter arcaboiço mental e pessoal para aguentar as grandes exigências do futebol de alta competição. É que não faltam por aí “vedetas” de 20 anos – a idade de Yannick – que, nas mesmas circunstâncias, talvez preferissem gozar a folga semanal exibindo o seu carro de alta cilindrada junto das fãs, esquecendo aqueles que lhes deram a rampa de lançamento de que precisaram para afirmar o seu valor como futebolistas.
Nascido na Guiné-Bissau, Yannick “desceu” à Associação Desportiva da Estação para entregar ao clube que o acolheu no futebol português a camisola que envergou num jogo da
última pré-temporada e no qual marcou dois golos ao Benfica. Conviveu com antigos colegas e dirigentes e entusiasmou os jovens que agora estão no clube.
Só com a sua presença na Covilhã fez mais pela Associação Desportiva da Estação e pela promoção do futebol juvenil do que muitos milhares de euros em marketing e publicidade poderiam fazer. E deixou-lhes a camisola, o tal símbolo do carácter, da gratidão e da memória.
Se continuar fiel ao que tem demonstrado, Yannick tem tudo para ser um símbolo do Sporting no futuro, tanto mais que se trata de um atleta que, por razões diversas, foi recusado pelo Benfica e pelo FC Porto...
Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007
Um arguido chamado Dias da Cunha
Não deixa de ser irónico e... vergonhoso. O ex-presidente do Sporting, António Dias da Cunha, que marcou o seu consulado ao ter denunciado os rostos de um sistema alegadamente corrupto que domina o futebol português, acaba de ser constituído arguido no “caso” da transferência de João Pinto do Benfica para o clube de Alvalade por motivos considerados "laterais" ao processo. Parece que o problema tem a ver com umas trapalhadas formais nos papéis que suportaram o último pagamento ao actual jogador do Braga, em 2005. Poderá não ser nada de especial, mas já deu para borrar o nome de uma figura do Sporting, à falta de gente do clube leonino envolvida na corrupção do "Apito Dourado". Não deixa de ser o sistema judicial português no seu melhor. Salvo as devidas diferenças, aconteceu precisamente o mesmo a Carolina Salgado: denunciou a corrupção no futebol e foi apanhada na "organização" de uma tareia a um político, tendo sido constituída arguida.A velocidade de Izmailov
"Caso" da Luz chega à Liga de Futebol
Surpreendido com a situação, Hermínio Loureiro revelou ao LEÃO DA ESTRELA que é justamente para situações como esta que a Liga de Futebol vai criar “o provedor do adepto de futebol”, o qual estará vocacionado para receber as queixas que os adeptos de futebol possam ter, nomeadamente face aos serviços que lhes são prestados nos estádios. Quanto a este caso em concreto, Hermínio Loureiro prometeu analisá-lo, embora não tenha revelado o que irá fazer. Considerou, no entanto, lamentável o episódio ocorrido no Estádio da Luz.
Num e-mail enviado ao LEÃO DA ESTRELA, Manuel Parente, que é director executivo do Den of Lions Sports Academy, Delegação do Sporting em New Jersey, nos Estados Unidos, e que foi uma das pessoas prejudicadas pela situação, confessa que jamais vivera algo semelhante num estádio de futebol: “Consegui abandonar o estádio no final do jogo porque consegui contactar um oficial da PSP e exigi a presença do Cônsul dos Estados Unidos, pois sou naturalizado americano e, como cidadão e ser humano, foram violados os meus direitos. Nunca na minha vida me aconteceu uma coisa destas num campo de futebol. Uma autêntica vergonha. Agora compreendo porque é que os portugueses estão cada vez menos a ir ver futebol aos estádios!”
Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007
Pagaram e não viram o Benfica-Sporting...
“Sobre o Benfica-Sporting, estive lá, mas não vi o jogo... Apanhei uma molha e, quando cheguei ao meu lugar, o sector estava anulado e interdito ao público, por motivos de segurança! Parece que os benfiquistas e os sportinguistas são uns animais... Exigi um lugar para ver o jogo e disseram-me para ir reclamar ao Benfica ou ao Sporting!
Acabaram por me colocar num sector que estava reservado às claques que mais parecia uma jaula. Barafustei e nada! Nem sequer me deixaram sair para ir para casa. Só no final do jogo e depois de estar já vazio, ou seja cerca de 1 hora depois!
Foi um autêntico atentado à inteligência e aos direitos de um ser humano. Quem foram os responsáveis? Não sei. Comprei três bilhetes por 105 Euros e limitei-me a espreitar por uma nesga de uma grade de ferro.
Consegui abandonar o estádio no final do jogo porque consegui contactar um oficial da PSP e exigi a presença do Cônsul dos Estados Unidos, pois sou naturalizado americano e, como cidadão e ser humano, foram violados os meus direitos. Nunca na minha vida me aconteceu uma coisa destas num campo de futebol. Uma autêntica vergonha. Agora compreendo porque é que os portugueses estão cada vez menos a ir ver futebol aos estádios!
Responsabilidades? De quem?
Comprei três bilhetes emitidos pela Liga Profissional de Futebol no Estádio da Luz para ver um jogo de futebol. Não o vi nem os meus acompanhantes e ainda fui tratado como um cão daninho. Seria por sermos do Sporting? Afinal verifico que há racismo pelos emigrantes no futebol português e principalmente por aquele grupo denominado Prossegur, um grupo sem o mínimo de preparação e educação para lidar com o público. Pedimos a presença de responsáveis do Benfica ou da Liga. Procurámos comprar outros bilhetes noutros sectores e a resposta deles era apenas esta: “Este sector está fechado ao público! Estamos a seguir ordens!” E diziam isto com um certo ar de gozo, incluindo um a quem chamavam “chefe”! Nunca patentearam um pouco de parte humana nem procuraram ajudar quem se deslocolou de Newark, N.J. para assistir a um jogo de futebol. Um autêntico grupo de pessoas sem qualquer nível de educação ou preparação a quem chamam seguranças.
Assim, não! Nunca mais porei os meus pés no Estádio da Luz! Entendo que, se houvesse necessidade de anular um sector, deveria ser imediatamente providenciados lugares para as pessoas que já tinham comprado os bilhetes. O Estádio não estava esgotado. Haviam grandes clareiras em vários sectores. Porque não fomos transportados para lá? Para mim basta!"
Manuel Parente, Estados Unidos, enviado por e-mail
Quinta-feira, 11 de Outubro de 2007
OS NOSSOS CAMPEÕES (4) Juca
Juca com Bobby Robson, nos anos noventa, quando era director-técnico do Sporting, na presidência de Sousa Sintra. FOTO: "Record Online"
Juca, o primeiro de pé a contar da esquerda, integrando a equipa do Sporting que disputou o primeiro jogo da Taça dos Campeões Europeus, com o Partizan de Belgrado (3-3), em 4 de Setembro de 1955, no Estádio Nacional. Neste "onze" destacam-se craques como Carlos Gomes (guarda-redes), Vasques, Martins e Travassos (os três do meio que estão em baixo)Quatro anos depois de ter abandonado a carreira de futebolista assumiu o comando técnico do Sporting, em 1961/62, tendo levado os "leões" à conquista do título nacional e tornando-se no mais jovem treinador a vencer o campeonato, então com 33 anos. Voltou a treinar os "leões" nas épocas de 1964/65 e 1975/76.
Enquanto jogador vestiu oito vezes a camisola da selecção portuguesa e, em 1968, ingressou na equipa técnica assumindo o cargo de técnico de campo. Em 1977, com a saída de José Maria Pedroto, foi convidado para seleccionador nacional, comandando Portugal nos últimos jogos de qualificação para o Mundial de 1978.
Depois da saída de Mário Wilson, que falhou o apuramento para o Europeu de 1980, voltou ao comando técnico da selecção em Setembro de 1980 para tentar, sem sucesso, conquistar um lugar na fase final do Mundial Espanha'82. Juca voltou à selecção nacional em 1987, numa fase em que ainda se sentiam os efeitos do caso Saltillo, com muitos jogadores indisponíveis para serem internacionais.
O desígnio da formação
Pois bem, um ano depois começam a ser conhecidos os bons resultados dessa grande medida estratégica da gestão de Filipe Soares Franco à frente do Sporting. Amanhã, abre oficialmente a academia leonina de Vila Nova de Gaia, no Colégio Internacional dos Carvalhos. É uma lança do Sporting no Norte do País, onde há mais sportinguistas do que o que se julga.
Entretanto, o Sporting acaba de contratar mais um talento infantil detectado em Braga. Miguel Almeida, de oito anos, é comparado a André Cruz, tal é a precisão com que marca livres directos. Nasceu em 15 de Janeiro de 1999, dez dias antes de Bruno Silva, outro talento infantil bracarense também já contratado pelo Sporting.
Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007
O fracasso da "gamebox"
A venda de lugares de época no Estádio José Alvalade não está a correr tão bem como seria de esperar. Curiosamente, as vendas de lugares desceram no ano em que o marketing promocional melhor funcionou, com aquele filme interactivo do telefonema de Paulo Bento a cada um de nós, visto por muitos milhares de pessoas na Internet. Em 2006-2007, o Sporting conseguiu vender 34.129 lugares de época. Pouco mais do que meio estádio. Ainda assim, foi um recorde! Este ano foram vendidos 33.500 lugares (que renderam 7,2 milhões de euros), menos 1500 lugares vendidos do que há um ano. Há várias razões para o fracasso das vendas (tendo em conta a excelente campanha de marketing e o objectivo fixado na venda de 40 mil lugares). Mas há duas razões que são muito fortes. A primeira tem a ver com a falta de dinheiro. Cada vez mais a maioria das pessoas tem menos dinheiro para gastar em prazeres dispensáveis e não se vê uma pequena luz ao fundo do túnel, em que estamos metidos há muito tempo, que possa mudar o panorama. A segunda razão tem a ver com a qualidade do futebol em Portugal. Sem um futebol espectacular (as primeiras partes do Sporting com o Setúbal e o Guimarães, em Alvalade, não seduzem ninguém), com má relva, com maus árbitros, com jogos à noite ao sabor da programação televisiva (que afastam o nicho de público que mora mais longe dos estádios), dificilmente haverá marketing que leve as pessoas ao estádio. Por muito sportinguistas que sejam. Ignorar estas questões é meter a cabeça na areia.Do vinho tinto ao Estádio do Restelo...
Terça-feira, 9 de Outubro de 2007
A importância das selecções
Os negociantes já trabalham...
O russo Marat Izmailov é um futebolista de grande qualidade, que tem revelado grande irregularidade, faltando saber se consegue estabilizar o seu desempenho de modo a transformar-se num valor seguro do futebol europeu. Está no Sporting por empréstimo do Lokomotiv de Moscovo. Por aquilo que já se viu, Izmailov é como aqueles carros que atingem facilmente os 200 quilómetros por hora, mas cujo motor não dá garantias, deixando o piloto sempre à espera de uma falha. Ora, como os russos preferiam um carro que desse cem quilómetros por hora mas que tivesse um motor fiável, aceitaram emprestar Izmailov ao Sporting por 150 mil euros. Segunda-feira, 8 de Outubro de 2007
Dunga ignora Anderson Polga
Estão a brincar com o Sporting...
Sábado, 6 de Outubro de 2007
A eficácia com marca russa

SPORTING-V. GUIMARÃES 3-0 (I Liga Portuguesa, 7ª Jornada) - As mais de 30 mil pessoas que se deslocaram ao Estádio José Alvalade assistiram a mais um fraco espectáculo de futebol, não porque as equipas do Sporting e do Vitória de Guimarães não fossem capazes de oferecer um bom jogo, mas porque o clube leonino ainda não conseguiu resolver o problema da sua relva. É evidente que o “batatal” está lá para as duas equipas. Mas é também evidente que o conjunto leonino tem sido muito mais prejudicado por um campo tão mau, em particular os seus jogadores mais tecnicistas.Obs. - No terceiro golo do Sporting (Tonel, de cabeça, 86'), saltaram também o montenegrino Purovic e o brasileiro Liedson. Purovic mais parecia um defesa vimaranense, tal o vigor com que se atirou ao pescoço de Liedson, não o deixando saltar mais alto. Alguém tem de lembrar a Purovic que Liedson é da mesma equipa...
O inferno da Luz
Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007
Miguel Veloso e o assédio feminino
A aventura de Carlos Sabja
Depois de ser apontado como hipótese para o Ajax e para o Benfica, o internacional boliviano Carlos Sabja, um médio criativo nascido em 14 de Janeiro de 1990, tendo, portanto, 17 anos, vai passar o mês de Outubro à experiência na Academia de Alcochete com o objectivo de ingressar no Sporting. O compatriota do conhecido Erwin Sánchez, que é o actual seleccionador da Bolívia, foi dado como certo no Benfica, há alguns meses. Agora, chega a Portugal com vontade de mostrar o melhor de si e convencer Paulo Bento, de modo a integrar o plantel principal do Sporting 2008-2009, altura em que terá 18 anos. Até lá, Sabja regressaria à Bolívia, onde actua no Calleja. “Desde pequeno que sonho com esta oportunidade. Quero fazer o meu melhor e ficar”, dizia o atleta, em Maio, quando era anunciado como futuro jogador do Benfica. Cinco meses depois, o discurso não mudou: "O sonho de todos os jogadores é sair para o exterior, por isso, vou dar o meu máximo", diz agora, citado pelo jornal boliviano "El Mundo".Terça-feira, 2 de Outubro de 2007
O fim de três "borregos" na noite de Stojkovic



Numa única noite, ao vencer o Dínamo de Kiev na Ucrânia, o Sporting matou três “borregos”. Primeiro “borrego”: ganhou fora de casa, pela primeira vez, na Liga dos Campeões; segundo “borrego”: Anderson Polga marcou o primeiro golo ao serviço do Sporting, que foi decisivo; terceiro “borrego”: ao fim de quatro jogos, o Sporting regressou às vitórias.| Reacções: |


