Quando há um jogo entre os chamados "grandes", a imprensa portuguesa, em vez de falar do jogo em si, dos jogadores e das tácticas, enfim, em vez de falar sobre futebol, desvia as atenções para aspectos laterais. Talvez seja mais fácil. Há uma senhora subcomissária da polícia de Lisboa, por exemplo, chamada Paula Monteiro, que já é conhecida no País inteiro à custa das entrevistas que dá antes, durante e depois dos jogos entre o Sporting e o Benfica ou entre o Benfica e o FC Porto... Agora sabemos que há 600 polícias mobilizados para o Sporting-Benfica desta quarta-feira. E depois? Isso tem algum interesse noticioso ou é apenas uma medida de segurança pública absolutamente normal para um espectáculo de futebol que será presenciado por 40 ou 50 mil pessoas? O problema é quando a coisa dá para o torto, como aconteceu num recente Benfica-Porto. Aí já ninguém estará disponível para assumir responsabilidades aos microfones... FOTO: www.rtp.ptterça-feira, 15 de abril de 2008
Jogos de polícia
Quando há um jogo entre os chamados "grandes", a imprensa portuguesa, em vez de falar do jogo em si, dos jogadores e das tácticas, enfim, em vez de falar sobre futebol, desvia as atenções para aspectos laterais. Talvez seja mais fácil. Há uma senhora subcomissária da polícia de Lisboa, por exemplo, chamada Paula Monteiro, que já é conhecida no País inteiro à custa das entrevistas que dá antes, durante e depois dos jogos entre o Sporting e o Benfica ou entre o Benfica e o FC Porto... Agora sabemos que há 600 polícias mobilizados para o Sporting-Benfica desta quarta-feira. E depois? Isso tem algum interesse noticioso ou é apenas uma medida de segurança pública absolutamente normal para um espectáculo de futebol que será presenciado por 40 ou 50 mil pessoas? O problema é quando a coisa dá para o torto, como aconteceu num recente Benfica-Porto. Aí já ninguém estará disponível para assumir responsabilidades aos microfones... FOTO: www.rtp.pt
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