sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Campeões do Sporting recordam Malcolm Allison

“Tinha uma grande confiança nele próprio e isso transmitia-se à equipa, que encarava todos os jogos com optimismo. Criou um grupo com um extraordinário espírito ganhador. Além dos títulos, fez outra coisa importante no Sporting. Quem não era convocado, gostava tanto dele como os que jogavam sempre. Agradava a todos.”
Manuel Fernandes

"Fazia o favor de, para além de ser meu treinador, ser meu conselheiro, ser meu amigo. Havia uma empatia muito grande entre mim e Malcolm Allison."
António Oliveira

“Malcolm Allison marcou-me tanto como José Maria Pedroto."
António Oliveira

“O 'Big Mal' era um homem à frente do seu tempo, diferenciando-se de todos os outros treinadores, até porque nunca passava despercebido. Era uma pessoa alegre que dava muita confiança à equipa, pois tinha muita confiança nele também. Foi um grande homem e um grande treinador.”
Carlos Xavier

“Malcolm Allison vai marcar-me para sempre ao longo da vida. Está sempre presente no meu pensamento, era uma pessoa espectacular. É um dia triste para mim e para o clube, que teve o privilégio de o ter como treinador. Allison não tinha medo de apostar nos jovens.”
Carlos Xavier

“Veio alterar algumas regras. Acabou com os estágios para os jogos em casa, encontrávamo-nos cinco horas antes do jogo e com ordens para comermos o que quiséssemos. Essa atitude tirava-nos muita pressão e dava-nos confiança. A própria entrada dele, uma hora antes dos jogos no relvado, para saudar os adeptos, mexia connosco.”
Carlos Xavier

“Era um treinador fantástico e marcou um período no Sporting, só nos faltou chegar à final da Taça UEFA. O Malcom Allison chegou a assumir, perante os jogadores, que não havia nenhum clube da Europa que nos batesse.”
Mário Jorge

“É um dos treinadores estrangeiros que deixam saudades. Tal como grande parte dos treinadores ingleses, nutria grande carinho pelos jovens, dando confiança e, ao mesmo tempo, responsabilidade. Não era um treinador duro, dava liberdade e responsabilidade. Isso marcava o perfil dele. Não olhava a nomes, mas ao rendimento. Com ele, quem não tivesse desempenhos razoáveis não jogava. Sem ser um ‘expert’ na táctica, roçava um pouco o que é actualmente o José Mourinho, ao nível da motivação.”
Mário Jorge

5 comentários:

Anónimo disse...

isto era no tempo em que eramos o 2º clube............... e agora não passamos do 3º e ou 4º!!!!

Anónimo disse...

É preciso voltar a encontrar esse sporting de antigamente,quem podesse voltar á decada de 80,hoje o que emporta aos jogadores e dirigentes é a massa(euros) que recebem todos os meses,reduzam os ordenados em 50% e obriguem a trabalhar mais so assim haverá Sporting.

Anónimo disse...

Para quem não saiba o F.C.Porto vai ser Campeão,mas já estava destinado há muito tempo,o Vilas Boas vai ser falado no Mundo por ter entrado de novo e ter sido Campeão mas meus amigos este ano podia ser o Paulinho do Sporting a treinar o Porto que já estava ganho,a corrupção é imensa.

Campo Grande disse...

Nos anos de 1980 também se dizia que o amor à camisola tinha acabado nos anos 50 e 60... A questão não é essa. A questão tem a ver com organização, de alto a baixo... E, no caso português, também é preciso alguma organização por fora...

Anónimo disse...

Grande Allison, saudade imensa Big Mal. Obrigado. ULISSES

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