quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Isto não é o Sporting. Ponto final

"No Estoril, não entrámos da melhor maneira. O Estoril tem um conjunto bem organizado, com boas individualidades, e na primeira parte não estivemos tão bem..."

Daniel Carriço, "capitão" do Sporting Clube de Portugal

3 comentários:

Jota disse...

Há anos que o digo: o maior problema do Sporting é a falta de exigência. Que, pela colhonésima vez, se viu no Estoril. A equipa não existiu na primeira parte e na segunda só se esforçou até chegar à vantagem. Depois desapareceu outra vez. Quem não gosta de trabalhar sente-se como peixe na água no Sporting - ninguém exige muito de si. E quando, ainda por cima, temos capitães com este discurso redondo, que a cada desaire não arranja explicações para o que se passou e promete levantar a cabeça no próximo jogo, ainda mais a coisa se agrava. É a mentalidade instituída no clube, em todo o clube. Veja-se também a figura que a equipa de andebol anda a fazer.

Anónimo disse...

Jota,

Isto de dizer mal quando as coisas correm mal é muito fácil, não é? Pegando no seu exemplo do Andebol, o que dizer quando no final da última época ganhámos uma taça europeia, feito único de um clube Português.
Tem memória curta, demasiado curta para ser sportinguista!!!
Sócio 7149

Anónimo disse...

(completando)"...vamos continuar a trabalhar, como até aqui,..."(como ganharam, desta vez não se aplica o tradicional: há que levantar a cabeça).
E este é o grande problema, é que provávelmente não trabalham muito ou pelo menos o que devem e ainda mais provávelmente não o fazem bem.
Hoje em dia com o privilegiar da faceta de indústria em que se tornou o futebol, transformaram-se os jogadores em autênticas empresas unipessoais, que movem não só os seus próprios interesses, como também os de agentes, uns legais outros nem tanto(autênticas sanguessugas parasitas do valor alheio), que movendo-se no meio, muitas das vezes com cumplicidade de certos "jornalistas", envenenam relações laborais e inter-clubes, na mira exclusiva do lucro que a comissão acordada lhe proporciona, as mais das vezes paga através de contas offshore, sem controlo e sem fiscalidade.
E isto não acaba ?
Não, porque os clubes e os próprios organismos associativos e federativos, vivem e convivem no limbo destes mesmos esquemas, por isso é que se perpetuam as mesmas personagens, anos a fio naqueles lugares ou então, como no caso do SCP, entronizam o cargo, passando-o entre a mesma oligarquia de interesses.
Saudações Leoninas
Leão da Lapa

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