sábado, 25 de dezembro de 2010

A esperança de Vítor Melícias

"Tenho esperança que o Sporting tenha um ano de 2011 positivo, mas nesta altura há coisas bem mais importantes. Celebramos o nascimento de Jesus e esta é uma época de esperança e respeito pelo próximo. É uma oportunidade de reflectirmos e procurar uma aproximação aos que mais precisam."

"O futebol, pela universalidade e a mobilidade de pessoas tem o poder de unir mentalidades em torno do mesmo objectivo. Há uma comunhão de interesses que devem ser orientados para os mais necessitados. Há que recuperar os valores da fraternidade e solidariedade, pois só assim será possível vivermos num mundo são e pacífico."

"[José Mourinho] teve a iniciativa de se deslocar a Israel, estar junto de pessoas com outras mentalidades e necessidades. Teve gosto em ali estar, teve prazer em passar as suas experiências e alertou para a importância de juntar culturas e crenças diferentes em torno de um único objectivo: o de um Mundo melhor."

"A crise será ultrapassada se pararmos de olhar para o umbigo e passarmos a ser um pouco mais solidários. Faço as minhas orações para que todos possam ter um Natal feliz e que todos possam contribuir para um País melhor e mais justo. O 'fair-play' que se pede no futebol, é o mesmo que peço para a sociedade: respeitando o próximo seremos pessoas melhores."

Vítor Melícias, presidente do Secretariado da União das Misericórdias Portuguesas e membro do Conselho Leonino, "A Bola", 24-12-2010

7 comentários:

Anónimo disse...

Bem prega Frei Tomás:Faz o que ele diz,não faças o que ele faz.

Anónimo disse...

Vítor Melícias

Padre franciscano português, Vítor José Melícias Lopes nasceu a 25 de Julho de 1938, em Ramalhal, Torres Vedras.
A 29 de Julho de 1962 foi ordenado sacerdote franciscano. Licenciou-se em Direito Canónico em Roma, Itália, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, e em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa.
Entre 1965 e 1970, leccionou Direito Canónico no Instituto Superior de Estudos Eclesiásticos e no Seminário dos Franciscanos, em Lisboa.
Para além das suas funções como sacerdote, Vítor Melícias acumulou dezenas de cargos ao longo da sua vida, muitos deles de grande importância, sempre na área da solidariedade social.
Ainda antes da Revolução do 25 de Abril de 1974, ajudou a fundar a DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) e colaborou com a SEDES, mas foi principalmente a partir da Revolução de Abril que Melícias começou a aparecer mais em cargos públicos. Em 1975 e 1976 chefiou quinze delegações para acordos de segurança social com dez países.
Ainda em 1974, assumiu a presidência da Liga dos Bombeiros Portugueses, cargo que ocupou durante seis anos. De 1981 a 1983, foi presidente do Serviço Nacional de Bombeiros.
Em 1983, foi eleito presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral, onde esteve até Abril de 1988. Um mês antes tinha sido empossado provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, função que desempenhou até Janeiro de 1992.
Em 1991, assumiu a presidência da União das Misericórdias Portuguesas e, dois anos depois, foi eleito presidente de honra da Confederação Internacional das Misericórdias.
Desde 1998, foi membro efectivo do Comité Económico e Social da União Europeia e, em 1999, nomeado Comissário Nacional para Apoio à Transição em Timor-Leste.
Melícias integrou ainda conselhos de diversas instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Universidade de Coimbra, a Fundação Montepio Geral, a Fundação Ilídio Pinho e a Fundação da Juventude.
Paralelamente a todas estas actividades e ao sacerdócio, Vítor Melícias procurou estar sempre ligado à docência, nomeadamente no Instituto Superior de Teologia de Évora e na Universidade Católica onde leccionou Filosofia do Direito e Direito Canónico. Foi ainda professor de Ética e Gestão de Empresas no Instituto Superior de Novas Profissões.
Ao longo dos anos recebeu vários prémios e distinções, sendo de destacar a nomeação como Grande Oficial da Ordem de Benemerência em 1983, o Prémio Nacional de Solidariedade de 1986 e a Grã-Cruz do Mérito em 1993.

aNNóNNimo disse...

Isto é 'música' para quem o não conhece ...


Vítor Melícias

Padre franciscano* português, Vítor José Melícias Lopes nasceu a 25 de Julho de 1938, em Ramalhal, Torres Vedras.
A 29 de Julho de 1962 foi ordenado sacerdote franciscano. Licenciou-se em Direito Canónico em Roma, Itália, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, e em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa.
Entre 1965 e 1970, leccionou Direito Canónico no Instituto Superior de Estudos Eclesiásticos e no Seminário dos Franciscanos, em Lisboa.
Para além das suas funções como sacerdote, Vítor Melícias acumulou dezenas de cargos ao longo da sua vida, muitos deles de grande importância, sempre na área da solidariedade social.
Ainda antes da Revolução do 25 de Abril de 1974, ajudou a fundar a DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) e colaborou com a SEDES, mas foi principalmente a partir da Revolução de Abril que Melícias começou a aparecer mais em cargos públicos. Em 1975 e 1976 chefiou quinze delegações para acordos de segurança social com dez países.
Ainda em 1974, assumiu a presidência da Liga dos Bombeiros Portugueses, cargo que ocupou durante seis anos. De 1981 a 1983, foi presidente do Serviço Nacional de Bombeiros.
Em 1983, foi eleito presidente do Conselho de Administração do Montepio Geral, onde esteve até Abril de 1988. Um mês antes tinha sido empossado provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, função que desempenhou até Janeiro de 1992.
Em 1991, assumiu a presidência da União das Misericórdias Portuguesas e, dois anos depois, foi eleito presidente de honra da Confederação Internacional das Misericórdias.
Desde 1998, foi membro efectivo do Comité Económico e Social da União Europeia e, em 1999, nomeado Comissário Nacional para Apoio à Transição em Timor-Leste.
Melícias integrou ainda conselhos de diversas instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, a Universidade de Coimbra, a Fundação Montepio Geral, a Fundação Ilídio Pinho e a Fundação da Juventude.
Paralelamente a todas estas actividades e ao sacerdócio, Vítor Melícias procurou estar sempre ligado à docência, nomeadamente no Instituto Superior de Teologia de Évora e na Universidade Católica onde leccionou Filosofia do Direito e Direito Canónico. Foi ainda professor de Ética e Gestão de Empresas no Instituto Superior de Novas Profissões.
Ao longo dos anos recebeu vários prémios e distinções, sendo de destacar a nomeação como Grande Oficial da Ordem de Benemerência em 1983, o Prémio Nacional de Solidariedade de 1986 e a Grã-Cruz do Mérito em 1993.


* - PRINCIPIOS DOS FRANCISCANOS

"Humildade, Simplicidade e Justiça"

...tem tudo a ver com o personagem que até é presença habitual nas revistas do 'cor-de-rosa' e conseguiu nos 'tachos' referidos abichar uma bela fortuna...!

aNNóNNimo disse...

O 'Anónimo' e o aNNóNNimo que publicaram a biografia do 'franciscano' são a mesma pessoa.

fechem portas disse...

Um Franciscano que gosta de touradas.

MISÉRIA... até nisto somos "diferentes"...

lawrence disse...

Vão-se lendo e ouvindo coisas que não abonam muito a qualidade de padre.
É Sportinguista? Não é por isso que critico ou não tenho boa opinião.
Mas estou como o primeiro anónimo:
"Bem prega frei Tomás!"
Chateia-me a hipocrisia!

Anónimo disse...

O Padre Victor Melícias pertenceu ao Conselho Leonino que advogava que em Lisboa só devia haver um grande clube e que o SCP devia fazer tudo para que isso acontecesse. Daí a Santa Aliança com o FCP, que João Rocha veio denunciar em público.
A todos os elementos do Conselho Leonino da época é creditado pelo menos terem tido a visão de intuir o que ía acontecer no futebol português e em particular no da cidade de Lisboa.

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