quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Sono dos jogadores do Sporting já chegou ao Brasil


Durante o empate (0-0) entre o Sporting e a Académica de Coimbra, na última segunda-feira, o ex-jogador do Barcelona Jeffrén foi flagrado tirando uma soneca no sofá das reservas dos Leões. Na imprensa brasileira, onde a foto circula, vergonhosamente para o Sporting (http://globoesporte.globo.com/platb/brasilmundialfc/2012/10/30/e-soninho-bom), dizem que o jogador leonino "não perdeu muita coisa". É um gozo pegado com uma falta de profissionalismo vergonhosa!... 
O sono profundo do jogador traduz com toda a clareza a nulidade que têm sido as exibições da equipa. Todo o Sporting de hoje está espelhado na postura do jogador espanhol, um dos barretes enfiados pela dupla Duque & Freitas. Uma nova liderança no Sporting é cada vez mais urgente.

6 comentários:

antonio disse...

Só o vejo a escrever quando as coisas descarrilam... Semana após semana nenhum post, ultimamente é um por dia.

"...O sono profundo do jogador traduz... ", quem lhe garante que ele está a dormir e não é um flash apanhado???

... mais não digo...

Tite disse...

O sono do Jeffrén reflete o tipo de jogo praticado pela atual equipa leonina.
Só o meu grande Sportinguismo me impede de mudar de canal cada vez que joga o nosso grande amor. Ao princípio pensei que era um tipo de jogo Zen para adormecer os adversários mas infelizmente percebi rapidamente que os adormecidos éramos nós.

Gostava de saber o impacto que a foto teve no próprio jogador. Sabes?

Rugidos de muita raiva

FRANCO disse...

Lamenta-se o frete que é estar no banco, mas em campo o frete é o mesmo mas dá mais nas vistas dormir de pé!
Um falta de respeito pelo clube e pelos adeptos que vão ao estádio!
Um processo disciplinar e multa por dormir em serviço!!!

artnis disse...

Mauzinhos!

O rapaz não dorme, descansa a pensar.

Avelino Freitas disse...

Quando o jogo não dá para melhor é assim.

Anónimo disse...

o Luís é profissional da comunicação social. já sabe com certeza que se trata de uma ilusão, não de um facto. Não se sente na obrigação de desfazer o equívoco? o que diz o código deontológico sobre estas situações?

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