DE MARTINS A QUEIRÓS
Nenhuma realidade é de uma só cor e a entrevista de Carlos Martins ao “Record” serviu para dar a conhecer a visão dos acontecimentos que levaram à dispensa de um talento subaproveitado pelo Sporting. De uma primeira leitura, conclui-se que o jogador nunca terá sido um anjo, mas que também o clube não fez tudo o que estava ao seu alcance para tirar dele o que ele tinha para dar. Mas a segunda leitura é muito mais interessante – tem a ver com o “timing” da entrevista que, ao contrário do que pode parecer, não tem a ver com o aproveitamento cobarde do momento de fragilidade vivido por Paulo Bento, mas sim com o antagonismo vivido entre o Sporting e Carlos Queirós.
Cedo se percebeu que, no momento em que atacou Carlos Queirós, Filipe Soares Franco vivia um misto de emoções, entre a frustração de ter voltado a perder um jogo nos últimos segundos, com mais um golo de um génio formado no Sporting e vendido de forma claramente precipitada, e a irritação por estar a perder o controlo sobre os talentos que despontam e com os quais o Sporting espera fazer melhores negócios do que fez com Ronaldo. Ficou então claro, para quem quis perceber, que a irritação acerca das declarações vazias de Queirós sobre Veloso não tinha a ver com o potencial interesse do Manchester United no jogador, mas sim com a agenda social que este começava a ter, por obra e graça do seu talento natural e do trabalho do seu representante, Paulo Barbosa.
Queirós terá comido por tabela, porque Barbosa tinha a defendê-lo um escudo protector, fruto de ser também agente de Had, Izmailov, Celsinho e Yannick. Ah! E Barbosa é também agente de Carlos Martins, que seis meses depois de ter sido dispensado, apareceu subitamente a dar a sua versão dos acontecimentos. É preciso dizer mais alguma coisa?
António Tadeia, “Diário de Notícias”, 08-12-2007
Nenhuma realidade é de uma só cor e a entrevista de Carlos Martins ao “Record” serviu para dar a conhecer a visão dos acontecimentos que levaram à dispensa de um talento subaproveitado pelo Sporting. De uma primeira leitura, conclui-se que o jogador nunca terá sido um anjo, mas que também o clube não fez tudo o que estava ao seu alcance para tirar dele o que ele tinha para dar. Mas a segunda leitura é muito mais interessante – tem a ver com o “timing” da entrevista que, ao contrário do que pode parecer, não tem a ver com o aproveitamento cobarde do momento de fragilidade vivido por Paulo Bento, mas sim com o antagonismo vivido entre o Sporting e Carlos Queirós.
Cedo se percebeu que, no momento em que atacou Carlos Queirós, Filipe Soares Franco vivia um misto de emoções, entre a frustração de ter voltado a perder um jogo nos últimos segundos, com mais um golo de um génio formado no Sporting e vendido de forma claramente precipitada, e a irritação por estar a perder o controlo sobre os talentos que despontam e com os quais o Sporting espera fazer melhores negócios do que fez com Ronaldo. Ficou então claro, para quem quis perceber, que a irritação acerca das declarações vazias de Queirós sobre Veloso não tinha a ver com o potencial interesse do Manchester United no jogador, mas sim com a agenda social que este começava a ter, por obra e graça do seu talento natural e do trabalho do seu representante, Paulo Barbosa.
Queirós terá comido por tabela, porque Barbosa tinha a defendê-lo um escudo protector, fruto de ser também agente de Had, Izmailov, Celsinho e Yannick. Ah! E Barbosa é também agente de Carlos Martins, que seis meses depois de ter sido dispensado, apareceu subitamente a dar a sua versão dos acontecimentos. É preciso dizer mais alguma coisa?
António Tadeia, “Diário de Notícias”, 08-12-2007
3 comentários:
O que se passa é que os ingleses, sabendo da obcessão de Veloso em ir para lá estão a pressionar para se baixar a cláusula de rescisão. Isso é que irrita FSF
Paulo Barbosa já quase que deu cabo do Benfica, e agora está a fazer o mesmo no Sporting.
Dêm-lhe trela que vão ver...
O EX-TRADUTOR DE RUSSO onde toca só faz merda!
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