Não obstante as peripécias, como aquela do secretário-técnico que não conhece os jogadores, as dispendiosas trocas de relva no Estádio de Alvalade, a dispensa discutível de alguns jogadores formados no clube ou os erros de "casting" ao nível da contratação de jogadores, que parecem ter diminuído na temporada que agora começa, o que é positivo, a gestão de Filipe Soares Franco tem tido o mérito de travar o descontrolo financeiro de anos anteriores, que ia atirando o Sporting para o abismo. Os números da temporada 2005-2006, que registam um equilíbrio entre as receitas e as despesas no futebol leonino, ao contrário do que acontece no Benfica e no FC Porto, são exemplo disso, o que é de saudar. De qualquer modo, importaria saber se os números poderiam ser melhores ou não.