Mostrar mensagens com a etiqueta Taça da Liga. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Taça da Liga. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de março de 2009

O coveiro da Taça da Liga

O presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa, Vítor Pereira, o homem que há tempos disse que "quem não acredita no futebol, não deve ir ao futebol", com os adeptos do futebol, nomeadamente os sportinguistas, teimando em não seguir o seu tresloucado conselho, está a assumir-se como o coveiro da Taça da Liga e, por consequência, do futebol português. A fraude assinada pelo seu subordinado Lucílio Baptista, no Estádio do Algarve, foi o pior que poderia ter acontecido à Taça da Liga – uma competição que sempre foi vista com desdém pelo FC Porto e Pinto da Costa, que estava em fase de afirmação e que poderia ter dado um passo decisivo na sua consolidação como um troféu nacional de prestígio e valor desportivo com uma grande final entre dois históricos de Lisboa, caso a arbitragem estivesse à altura.
Lucílio Baptista demonstrou que é muito fraco dentro e fora do campo. Dentro do campo não teve coragem para assumir as rédeas do jogo punindo a indisciplina logo nos minutos iniciais. Mas teve coragem para assinalar uma grande penalidade que não existiu. Fora do campo, ainda que tenha vindo a público reconhecer que errou, acabou por fazer revelações inimagináveis. Disse, por exemplo, que não teve dúvidas de que era grande penalidade. Então, por que é que demorou dois minutos a ouvir os árbitros assistentes para confirmar uma decisão?... E por que é que, numa situação inédita, se baseou na opinião do árbitro assistente que acompanhava o ataque do Sporting?... Disse ainda que não se apercebeu da vigorosa peitada de Pedro Silva, pelo que não se referiu a ela no seu relatório. Bem, esta última revelação diz tudo sobre a arbitragem portuguesa.
Voltando a Vítor Pereira, é evidente que, com a arbitragem incompetente que lidera, tem criado grandes problemas à liderança de Hermínio Loureiro na Liga Portuguesa de Futebol - com o presidente do organismo a ver reduzidas a pó todas as medidas tendentes à regeneração da modalidade. No campeonato português, os grandes protagonistas têm sido os árbitros, pelas más decisões que têm tomado desde as primeiras jornadas, somando e subtraindo pontos aos clubes, no maior desrespeito pela verdade desportiva e pelo futebol.
No ano passado, um corte de bola com a cabeça valeu um penálti ao Benfica que eliminou o Estrela da Amadora, porque a equipa de arbitragem viu uma mão no ar... Este ano, em Vila do Conde, o Sporting ganhou com um golo de Vukcevic num fora-de-jogo monumental (jogo que não precisava de vencer para seguir em frente na Taça da Liga). Agora, aconteceu o que toda a gente viu numa final que tinha tudo para ser uma grande festa do futebol, entre o Sporting e o Benfica – por sinal, o primeiro jogo oficial entre os dois clubes realizado fora de Lisboa. Por isso, Vítor Pereira só tem uma saída: pedir a demissão. E o Sporting deveria voltar a indicar-lhe o caminho da rua, fazendo depender dessa demissão a continuidade do clube na direcção da Liga.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sporting na final da Taça da Liga

O Sporting goleou o FC Porto com toda a justiça (4-1) e está, pela segunda vez consecutiva, na final da Taça da Liga, onde irá defrontar o Benfica, que venceu o Vitória de Guimarães por 2-1. Em Alvalade, foi uma grande vitória num jogo que não começou bem para o Sporting. Fiel aos seus "princípios", a equipa de Paulo Bento entrou em jogo pouco confiante e com um futebol muito enredado e previsível, que chegou a prenunciar o pior, sobretudo após o FC Porto ter aberto o marcador, logo aos 10’, no primeiro remate à baliza de Tiago.
Desde muito cedo, Adrien Silva, que rubricou uma excelente exibição, assumiu-se como o pêndulo do jogo leonino, desdobrando-se na distribuição de jogo por toda a largura do campo e também em oportunas recuperações defensivas. Foi um dos melhores elementos da equipa leonina, confirmando-se como um valor seguro para a chamada “posição 6”. Mas Pedro Silva, Anderson Polga, João Moutinho, Vukcevic e Romagnoli (dois golos de penálti valem muito no Sporting...), assim como Derlei e Pereirinha, estes numa segunda parte colectiva de grande qualidade, também estiveram em grande plano.
O FC Porto apresentou-se em Alvalade desfalcado de alguns titulares e a equipa de Jesualdo Ferreira pareceu uma manta de retalhos, que só o golo “madrugador” conseguiu esconder por algum tempo. O Sporting, diga-se, só entrou verdadeiramente em campo quando Romagnoli converteu uma grande penalidade, restabelecendo o empate (36'). O golo funcionou como um tónico psicológico que levaria a equipa a criar algumas situações de golo, mas a ineficácia de Hélder Postiga impediu que o domínio leonino se traduzisse em golos.
De resto, o que de melhor Postiga deixou em campo foi talvez o modo como soube provocar uma segunda grande penalidade indiscutível, cometida por Stepanov, que Romagnoli voltou a marcar com êxito, virando o resultado. A segunda parte estava a começar e o Sporting passava então a jogar com confiança que não tivera quando iniciou a partida. Mas os golos em futebol corrido só surgiram quando Paulo Bento fez entrar Pereirinha e trocou Postiga por Derlei. O “velho” luso-brasileiro assinou dois excelentes golos, mostrando que está aí para as curvas nestes últimos meses de uma bem sucedida. Foram momentos de bom futebol por parte da equipa leonina, que assim construiu uma das vitórias mais gordas sobre o FC Porto em muitos anos.
Quanto ao árbitro Carlos Xistra, ficam as dúvidas quanto ao golo invalidado a Hélder Postiga. Mesmo vendo e revendo as escassas imagens televisivas captadas pela SIC, não parece ter havido infracção do jogador leonino. E a verdade é que o árbitro assistente, que teria melhor ângulo de visão, nada assinalou. Do mesmo modo, não me pareceu ter havido motivos para assinalar a primeira grande penalidade contra o FC Porto. De qualquer modo, se houve erros nestes dois casos, os prejuízos foram divididos... Finalmente, Tarik poderia ter ido mais cedo para o duche. Insultou o público de Alvalade com gestos obscenos após a marcação do golo e nada lhe aconteceu. No início da segunda parte, abriu a cabeça de Pedro Silva elevando o pé na disputa de uma bola e viu o cartão amarelo... FOTO: Nacho Doce (Reuters)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Chuva de golos no "hat-trick" de Liedson

Num jogo sem casos de arbitragem, ao contrário, por exemplo, do que sucedeu no Estádio da Luz, na vitória magra do Benfica sobre o Belenenses (1-0), onde a equipa do Restelo viu anulado um golo limpo, o Sporting derrotou o Paços de Ferreira por 5-1, construindo o resultado mais volumoso de toda a Taça da Liga 2008-2009 e garantindo um lugar nas meias-finais, ficando à espera, em Alvalade, de FC Porto ou Guimarães.
O Sporting merecia muito mais do que os 6461 espectadores que assistiram à partida ao vivo, naquela que foi uma das piores molduras humanas de sempre em jogos leoninos em Alvalade. A goleada, para a qual o brasileiro Liedson foi, mais uma vez, decisivo, ao ter marcado três dos cinco golos, traduziu a superioridade leonina através de uma exibição tranquila e segura.
Perante um Paços de Ferreira que só existiu e incomodou entre o segundo e o terceiro golos leoninos – marcando o tento solitário nesse intervalo, que decorreu na abertura da segunda parte –, a equipa do Sporting poderia, inclusive, ter construído um resultado mais volumoso. Bastaria que, nas suas iniciativas ofensivas até ao fim do jogo, a equipa verde e branca tivesse funcionado sempre como quem está à procura do primeiro golo. Assim não aconteceu, pois a vitória folgada ainda permitiu algumas tentativas de brilharete individual que resultaram em desperdício…
Por falar em brilharetes individuais, é justo destacar Liedson, pelos três golos e pelo trabalho colectivo constante, mas também o russo Izmailov, que marcou um golo portentoso, a fazer lembrar aquela “bomba” indefensável que disparou à baliza do FC Porto, no seu primeiro jogo oficial ao serviço do Sporting, que ditou a conquista da Supertaça 2007. Destaque ainda para Vukcevic, que também marcou e voltou a ser preponderante na equipa, e para Bruno Pereirinha, cuja velocidade foi importante para mexer com o colectivo no segundo tempo.
De resto, voltando a Liedson, não falta quem aponte o jogador brasileiro como o melhor goleador da história do Sporting, só porque marcou mais golos do que Yazalde. Algo que tem a ver com incompetência, falta de memória ou de cultura futebolística dos homens da rádio e da televisão.
Como existiram Peyroteo (529 golos), Manuel Fernandes (255), Vasques (221), Manuel Soeiro (204), Rui Jordão (187), Adolfo Mourão (170), João Martins (166), Jesus Correia (156), Albano (153), João Cruz (149), Figueiredo (147) e Lourenço (145), Liedson é, sim, o melhor goleador estrangeiro da história do Sporting. FOTO: Nacho Doce (Reuters - Arquivo)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A arbitragem portuguesa é mesmo fraquinha

A arbitragem portuguesa é mesmo muito fraquinha. Em Vila do Conde, no mesmo estádio onde o Sporting viu anulado pela arbitragem um dos três golos limpos que marcou e foi impedido de festejar em três jogos diferentes ao longo da temporada em curso, desta vez, para a Taça da Liga, a equipa leonina venceu o Rio Ave por 1-0 graças a um golo de Vukcevic obtido em clara posição de fora-de-jogo.
O que fica da pasmaceira que foi este Rio Ave-Sporting é mesmo a fraca arbitragem de Jorge Sousa, que, aos 29' deveria ter mostrado o segundo cartão amarelo ao vilacondense Tarantini e, aos 59', o cartão vermelho directo a Livramento, pela patada que deu num joelho de João Moutinho, depois de chegar atrasado na disputa de uma bola. E se Jorge Sousa tivesse actuado como deveria no aspecto disciplinar, talvez a equipa do Sporting, que actuou sem alguns dos jogadores titulares (sem Liedson, por exemplo, é tudo muito mais difícil...), tivesse conseguido vencer de outra forma.
Na semana em que o Sporting reagiu à arbitragem escandalosa que fabricou a última vitória do Benfica para a Liga, até parece que tudo isto é premeditado, para que as críticas aos escândalos sejam caladas com outros escândalos, de modo a que o circo continue sem parar. É por isso que olhamos para as bancadas e elas estão cada vez mais vazias. Resta saber até quando é que o futebol português vai aguentar estes jogos viciados.
Uma palavra para Paulo Bento: parabéns pela honestidade com que reconheceu a ilegalidade do golo que deu a vitória ao Sporting, lembrando, ao mesmo tempo, situações em que a equipa foi duramente prejudicada!... FOTO: Jon Super (AP Photo)

domingo, 14 de dezembro de 2008

Bom arranque na Taça da Liga

“O futebol é um jogo de erros”, de acordo com o conceito de Paulo Bento, e a vitória “gorda” da equipa leonina por 3-0 sobre o Marítimo, para a Taça da Liga – já lá vai o tempo em que uma vitória do Sporting por 3-0, em Alvalade, era um resultado normal – foi precisamente assente no aproveitamento de erros do adversário e, inclusive, da equipa de arbitragem. Desde logo o primeiro golo, que foi originado num livre a favor do Sporting, quando, afinal, fora Vukcevic a cometer falta, pisando o pé de um defesa contrário. Foi assim que o Sporting abriu o marcador e chegou ao intervalo a ganhar pela margem mínima, que, perante um Marítimo lento e macio, até tinha justificado, apesar da proverbial economia de esforços de uma equipa que prefere esperar pelas fraquezas do adversário em vez de tomar a iniciativa e impôr o seu ritmo.
Na segunda parte, o Sporting perdeu o pouco gás que revelara antes, ficou-se pelo controlo da situação e entregou o jogo aos madeirenses. Tiago – que tem todas as condições para continuar na baliza, depois de dois jogos sem sofrer golos, sem que isso possa pôr em causa o jovem Rui Patrício como nome incontornável na baliza leonina – ainda foi chamado a evitar o empate e, em contra-ataque, aproveitando os tais erros adversários, Liedson e Romagnoli fizeram o segundo o terceiro golos. A execução técnica de Liedson foi particularmente brilhante.
Deste jogo, sobram as declarações de Paulo Bento pondo em causa o profissionalismo de alguns jogadores que, especificou, trabalham com ele há muitos anos. “Alguns jogadores têm de melhorar e olhar mais para a equipa do que para eles próprios. Alguns, se quiserem continuar a jogar, têm de fazer mais do que fizeram hoje”, declarou o treinador. Seu pupilo desde os juniores, e nada exuberante no festejo dos golos que marcou (um ao Marítimo e outro no jogo europeu de Basileia), Yannick Djaló, que foi um dos melhores jogadores leoninos, não participou na "entrevista rápida" da "Sport TV".
Com esta vitória, o Sporting entrou da melhor forma na segunda edição da Taça da Liga, troféu que, recorde-se, perdeu na época passada, numa final realizada com o Vitória de Setúbal. FOTO: Patrick Straub (AP Photo - Keystone) - Arquivo

sábado, 22 de março de 2008

Mais um objectivo falhado

Não houve surpresa nenhuma. O Sporting perdeu a primeira edição da Taça da Liga Portuguesa para o Vitória de Setúbal, e perdeu bem, pois a equipa de Paulo Bento esteve igual a si própria no Estádio do Algarve. Ficou a leste da história do futebol português e deixou pelo caminho o terceiro objectivo da temporada, depois de perdido o campeonato e o acesso à segunda fase da Liga dos Campeões – metas solenemente anunciadas por Filipe Soares Franco, Miguel Ribeiro Teles, Paulo Bento e companhia.
Não houve surpresa nenhuma porque o Sporting exibe hoje um futebol mediano no contexto português, ao nível do próprio Vitória de Setúbal, do Sporting de Braga, do Vitória de Guimarães, do Marítimo ou do Boavista. Estamos perante o que podemos designar por "efeito-Carlos Freitas" em todo o seu esplendor, decorrente das suas dispensas e contratações a granel e sem sentido, misturado com a incompetência ou a insensibilidade para a gestão desportiva que tem mandado no futebol leonino e que tem minado a coesão do grupo de trabalho e a sua motivação. De resto, basta olhar para a cara dos jogadores em campo para medir a vontade e o prazer que eles têm em jogar à bola...
O Sporting que hoje esteve na final da Taça da Liga foi o mesmo Sporting sofrido do campeonato ou aquele que chegou à final da prova aos trambolhões, graças a ter sido bafejado pela sorte na marcação de grandes penalidades em Guimarães, graças a uma vitória muito suada sobre o Fátima, a poucos minutos do fim do jogo da segunda mão, e graças a duas vitórias em Alvalade contra essas equipas difíceis do Beira Mar e do Penafiel. E que ficou atrás do Setúbal na fase de grupos, por conta de outra derrota com os mesmos setubalenses... Foi também um Sporting à imagem de Paulo Bento: muito rigor no controlo do jogo, pouca audácia ofensiva, nenhuma imaginação, nenhum desequilíbrio, muito pontapé para a frente... Tudo com medo das chamadas “transições ofensivas” dos velozes jogadores setubalenses! Ao que chegou o futebol do Sporting!...
O final de cada jogo tem sido um alívio para os jogadores do Sporting e para o seu treinador, Desta vez terá sido um pesadelo, pois ainda havia, pelo menos, cinco grandes penalidades para cobrar. Duas deram em golo, três não. Rui Patrício ainda defendeu uma, dando uma nova oportunidade aos companheiros. Mas nem isso foi aproveitado. A forma hesitante como Izmailov partiu para a bola ao bater a última grande penalidade espelha a confusão que vai na cabeça dos jogadores no momento da verdade. É muito falhanço, mas tem lógica. Tem tudo a ver com este Sporting, triste, abúlico, sem alma e sem querer, nada consentâneo com o Leão de outros tempos, que rugia e metia medo em qualquer campo. FOTO: Nacho Doce (Reuters)

Perguntas de sportinguista

Com quem joga o Benfica neste fim-de-semana? E com quem joga o FC Porto?...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Sporting na final da Taça da Liga

Paulo Bento imitou Ricardo Quaresma ao criticar os adeptos do Sporting. Irá Soares Franco renovar-lhe o contrato ainda esta semana?...

Lentamente, Paulo Bento vai juntando os “cacos” do futebol do Sporting, para utilizar uma expressão do vice-presidente leonino José Eduardo Bettencourt. Ao vencer o Penafiel por 3-1, na última jornada da fase de grupos da edição inaugural da Taça da Liga – com golos de Romagnoli e Izmailov (2) –, o Sporting foi apurado para a final, que disputará com o Vitória de Setúbal, no Estádio do Algarve, no próximo mês de Março. E, curiosamente, o Sporting passou mesmo as passas do Algarve para chegar a esta final. No primeiro jogo, esteve quase a ser eliminado pelo Vitória de Guimarães, acabando bafejado pela sorte numa sessão de grandes penalidades interminável e emocionante. Depois, esteve quase a ser eliminado pelo Desportivo de Fátima, da II Divisão de Honra, conseguindo resolver a eliminatória a poucos minutos do final do segundo jogo, graças a um golo “inventado” por Liedson. Depois veio a fase de grupos e, com ela, o sossego das hostes, dado o Sporting ter como adversários o Vitória de Setúbal, o Beira Mar e o Penafiel. O mais difícil seria mesmo o clube de Alvalade não conseguir um lugar na final do Estádio do Algarve.
Depois de vencer a Supertaça, Paulo Bento perdeu o objectivo de passar à segunda fase da Liga dos Campeões e já terá perdido o título de campeão nacional – que é a prova mais importante para o Sporting. Para salvar a temporada, terá de vencer a Taça da Liga e a Taça de Portugal.
Num jogo que deveria ser de festa para os sportinguistas, pois estava a ser garantido o acesso à final de uma prova do futebol português, Paulo Bento foi assobiado pelo pouco público que foi a Alvalade. Foi uma cena triste. Que revela um divórcio entre os sócios e o clube, que a vitória sobre o FC Porto não conseguiu resolver. Paulo Bento imitou Ricardo Quaresma e afirmou-se “cansado” dos assobios. Vamos ver se Filipe Soares Franco tem coragem para renovar o contrato com o treinador ainda esta semana. Porque, se não o fizer, será porque Paulo Bento já deixou de ser o Alex Fergunson do presidente leonino…

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Taça da Liga à vista

Ao vencer o Beira Mar, da II Liga, por 3-0, num Estádio de Alvalade quase deserto, pois registou a pior assistência da temporada (6436 espectadores), o Sporting regressou às vitórias na Taça da Liga e ficou em boas condições para conseguir o acesso à final da primeira edição da prova, que já não conta com FC Porto e Benfica. Apesar do resultado, não foi um jogo fácil para a equipa de Paulo Bento, que só aos 68 minutos, através de Liedson, e na sequência de uma das raras boas movimentações colectivas do Sporting, descobriu o caminho da vitória, sobre um Beira Mar que só soube defender até quando pôde. Nos minutos finais, Vukcevic provou que é o melhor parceiro para Liedson no ataque ao ter apontado mais dois golos, de boa execução. Paulo Bento tinha pedido paciência aos jogadores e o Sporting foi, de facto, uma equipa demasiado paciente, exibindo a tristeza e a lentidão do costume, transformando a primeira parte do jogo num espectáculo penoso. Após o intervalo, o Sporting melhorou, jogou o suficiente para vencer com tranquilidade. Quando os golos começaram a entrar, o Beira Mar mostrou toda a sua fragilidade, ficando a sensação de que tudo poderia ter sido resolvido mais depressa e melhor. A coisa boa que fica é que a Taça da Liga está agora ao alcance do Sporting. FOTO: Francisco Leong (AFP)

sábado, 12 de janeiro de 2008

O raspanete de Soares Franco

Na última quarta-feira, o Sporting realizou mais um mau jogo e perdeu em Setúbal (1-0) em jogo a contar para a fase de grupos da Taça da Liga Portuguesa, arriscando-se a ter de sofrer para conquistar o troféu, onde, para além dos setubalenses, restam o Beira Mar e o Penafiel.
No final da derrota do Bonfim, soubemos pelo defesa-central Anderson Polga que o presidente do Sporting, Filipe Soares Franco, para dar a ideia de que está próximo da equipa, foi ao balneário dar um raspanete aos jogadores e manifestar confiança neles para o futuro. Em primeiro lugar, é estranho que tenha sido um jogador a informar a comunicação social sobre o que aconteceu. Se o presidente foi ao balneário, ninguém deveria saber, porque se tratou de um acto interno, que jamais deveria ter saído do grupo de trabalho. Ou será que algum trabalhador gosta que toda a gente saiba que levou um raspanete do patrão?...
Mas há outra questão: Soares Franco não foi ao balneário fazer nada. Antes pelo contrário. Porque a derrota estava consumada e os jogadores queriam tudo menos que lhes chateassem mais a cabeça. Se a ideia de Soares Franco era mostrar que estava com a equipa num momento menos bom, então, nesta fase delicada, deveria deslocar-se aos estádios no autocarro com os jogadores. Isso sim, seria um forte sinal de apoio, de solidariedade e de união do grupo, e poderia funcionar como factor suplementar de motivação para cada jogo. Ir apenas ao balneário no fim de cada naufrágio não interessa nada. Se não vai lá depois das vitórias, muito menos deve ir depois das derrotas.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Provavelmente, o pior futebol do mundo...

Stojkovic evitou uma derrota mais pesada em Setúbal

Não há pachorra para escrever sobre mais uma derrota e um mau jogo do Sporting. Desta vez perdeu em Setúbal (1-0) para a Taça da Liga, não sendo eliminado da prova porque estamos numa fase de grupos. E como a prova se chama Carlsberg Cup, ocorre-me dizer uma coisa: o Sporting pratica, provavelmente, o pior futebol do mundo. Assim, sugiro a Paulo Bento - o elo mais fraco da cadeia de comando deste pesadelo - que pegue nas trouxas e vá atrás de Carlos Freitas...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...