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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

RECORTES LEONINOS Vukcevic

JÁ FAZ INVEJA ATÉ NO DRAGÃO...
Vukcecic pode não gostar de futebol nem na PlayStation (foi ele próprio quem o confirmou numa entrevista ao jornal "A Bola"), mas quem gosta de futebol gosta cada vez mais do montenegrino. Os adeptos apenas atentos à espuma registaram somente os seus dois golos, principalmente a estética do segundo. É natural, eles confirmaram o killer instinct anunciado e cada vez mais confirmado e devem garantir ao Sporting uma viagem tranquila até à Suíça. Mas acaba por ser injusto e redutor, porque Vukcevic foi também determinante no pior período do Sporting, naquela meia hora de caos total que se seguiu ao feliz 1-0. Aí, quando parecia ir repetir-se mais uma dose gigante de futebol leonino nervoso e aos repelões, Vukcevic pegou no jogo e mostrou como jogar frente a um adversário apenas mediano (para além de afectado por várias lesões, o Basileia ficou sem o único verdadeiro craque que tinha - o jovem equatoriano Felipe Caicedo, que Eriksson levou em Janeiro para o Manchester City por 11 milhões de euros). De facto, foi a raça de Vukcevic (viram como, ainda no relvado, pediu para lhe reduzirem a luxação no ombro?) que ajudou a colar os cacos e deu a estabilidade psicológica que faltava. E a sua classe foi essencial para o Sporting partir para um resto de jogo seguro e concentrado. É justo reconhecer também o papel de Romagnoli (finalmente num nível aceitável) e de Patrício (aquela defesa aos 12", em que pesou a "bunda" a Veloso, pode vir a valer a eliminatória), Vukcevic insiste em provar que os dois milhões de euros pagos por metade do seu passe foram um bom negócio. Até porque no Dragão já deve haver quem torça a orelha por ter recusado idêntico acordo...
Autor: Bruno Prata, "Público", 14-02-2008

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

RECORTES LEONINOS Vukcevic

GANHOU O GOSTO AOS GOLOS
Marcou o seu oitavo golo da temporada, seis dos quais apontados nos últimos dez encontros do Sporting, e rendeu Liedson (com apenas dois golos neste período) como o "matador" de serviço na equipa. (...). Simon Vukcevic é o jogador do momento em Alvalade. Abriu as portas da vitória no clássico, possibilitou o segundo golo a Izmailov, desviando de cabeça (apesar de estar em fora-de-jogo) um cruzamento de Pereirinha, mal aliviado pela defesa adversária. Foi um dos maiores investimentos do Sporting na presente época, veio rotulado de grande esperança e, com 21 anos, parece ser uma aposta ganha dentro do perfil estratégico traçado pelos "leões" para as suas contratações. Estreou-se de camisola "leonina" com o Lille, na apresentação oficial da equipa aos adeptos, e marcou na primeira vez que tocou na bola. Ontem voltou a demonstrar que não foi obra do acaso. Liedson pode bem ter encontrado a sua cara-metade no ataque "leonino". Tornou-se titular indiscutível no "onze" de Paulo Bento e voltou a demonstrar que está para ficar. A vitória frente ao FC Porto acaba por ser a melhor prenda para o montenegrino, arrebatado aos russos do Saturn, que amanhã completa 22 anos.
TEXTO: Bruno Prata, "Público", 28-01-2008
FOTO: Nacho Doce (Reuters)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Um goleador chamado Vukcevic

O Natal do Sporting revelou o montenegrino Simon Vukcevic como goleador e salvador da equipa em duas vitórias sofridas: na Madeira, sobre o Marítimo, e em Alvalade, frente ao Paços de Ferreira. Curiosamente, dois jogos em que o Sporting ganhou por 2-1 e teve necessidade de recuperar de uma desvantagem no marcador.
Em resultado do seu bom desempenho nestes dois jogos, depois de prestações irregulares à imagem da equipa, Vukcevic tornou-se no melhor marcador leonino, com 5 golos – embora a Liga de Clubes, por indicação do árbitro portuense Jorge Sousa, contrariando as indicações da FIFA, considere apenas quatro, não lhe atribuindo o segundo golo leonino na Madeira, facto que deveria merecer o mais vivo protesto da SAD do Sporting junto do organismo liderado por Hermínio Loureiro...
Importante é que a veia goleadora do jovem Vukcevic – que no último defeso escolheu o Sporting e recusou o FC Porto, porque em Alvalade teria mais oportunidades para jogar – acaba por constituir uma nova opção atacante para o treinador Paulo Bento. Se houver bom senso, o internacional montenegrino poderá ser o tão procurado “reforço de Inverno” para o ataque…
Vukcevic, que como "peça" do lado esquerdo do losango tem sido um jogador à procura de um registo que ainda não encontrou, acaba por se evidenciar em arrancadas individuais ou quando joga na área adversária, valendo-se de um poder físico impressionante. Está, por isso, encontrado o parceiro ideal para Liedson, logo o brasileiro, com quem o montenegrino protagonizou uma desavença em pleno jogo, justamente na Madeira – um caso, aparentemente, sanado.
Se Paulo Bento fizer essa experiência – e, muito a propósito, o jogador revela hoje, em entrevista ao jornal “A Bola”, que “se jogasse na frente talvez fosse o melhor marcador” – resolverá o problema de Izmailov, que tem jogado no lado direito, para compatibilizar a integração de Vukcevic no “onze”. Paulo Bento transformaria Vukcevic numa espécie de “Lizandro Lopez do Sporting”. E abriria uma vaga para Adrien Silva no meio-campo... FOTO: www.sporting.pt

VUKCEVIC NO ARQUIVO DO "LEÃO DA ESTRELA":

sábado, 22 de dezembro de 2007

Com será depois do Natal?...

Na época passada, à 20ª jornada, o Sporting empatava em Leiria, perdia o sexto ponto consecutivo (em resultado de três empates seguidos) e via aumentada para nove pontos a distância em relação ao líder FC Porto. Foi a maior diferença pontual em relação à equipa nortenha, que, dez jornadas depois, seria campeã nacional com apenas mais um ponto que o Sporting. Nesta época, a um jogo do fim da primeira volta, o atraso leonino, que já foi de 12 pontos, foi agora reduzido para nove, em função da derrota portista no terreno do Nacional da Madeira e da vitória sofrida (mais uma…) do Sporting, em Alvalade, sobre o Paços de Ferreira. Isto para dizer que continua tudo em aberto na luta pelo título nacional, embora o Sporting precise de melhorar muito para encetar uma série de vitórias consecutivas, que são imprescindíveis de modo a recuperar o terreno perdido.
No fundo, este é o grande desafio que se coloca a Paulo Bento depois da paragem natalícia: conseguirá o Sporting estabilizar o seu jogo em níveis aceitáveis, sem tremideiras, e obter os resultados que lhe permitam disputar o título nacional com o FC Porto?
Apesar das quatro vitórias nos últimos quatro jogos, a verdade é que a equipa leonina continua sem convencer, pautando o seu futebol com doses enormes de intranquilidade que são difíceis de entender. O Paços de Ferreira, que é das equipas mais fracas da Liga, que ainda só tinha marcado três golos fora de casa, e o dobro no seu estádio, ocupando o penúltimo lugar, com nove pontos, o que é muito pouco, deslocou-se a Alvalade e discutiu o jogo, não tendo deitado a toalha ao chão mesmo depois de ter ficado reduzido a dez jogadores. E se os pacenses estenderam a sua manta foi porque a equipa do Sporting, lenta e macia, permitiu tal ousadia. É certo que o golo do Paços, logo nos minutos iniciais, nasceu de um lance irregular, uma vez que o autor da assistência beneficiou de uma posição de fora-de-jogo, mas também é certo que a defesa leonina, que deve pensar sempre na possibilidade de o árbitro errar, poderia e deveria ter feito mais.
Tal como oito dias antes na Madeira, o Sporting voltou a correr atrás do prejuízo, conseguindo a reviravolta igualmente graças à inspiração do montenegrino Vukcevic, falhando outros golos, mas deixando os adeptos com o coração nas mãos até ao apito final do árbitro. Assim, é difícil acreditar… FOTO: Hugo Correia (Reuters)

Obs. - Não percebi o cartão amarelo mostrado a Pedrinha. O jogador pacense não fez uma festinha em Liedson. Agrediu-o mesmo com uma cotovelada. E o Paços ainda estava com onze em campo... Será que há cotoveladas para amarelo e cotoveladas para vermelho? Ou isso depende da cor das camisolas? Os árbitros deveriam ser obrigados a explicar as suas decisões à comunicação social. Se a comunicação social estivesse interessada em fazer as perguntas que interessam, evidentemente.
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